sábado, 25 de dezembro de 2010

Chiara Badano

Biografia


  Chiara Luce nasceu na cidade de Sassello, na Itália, a 29 de Outubro de 1971 numa família simples. Filha de pais Católicos praticantes, chamados Maria Teresa e Ruggero Badano. Filha única, depois de 11 anos em tentativas para ter um filho. Sua chegada é considerada uma graça de Nossa Senhora das Pedras. Foi educada aos ensinamentos de seus pais para se tornar uma cristã. "Mas percebemos logo que não era filha apenas nossa, era, antes de tudo, filha de Deus, e como tal a devíamos educar, respeitando a sua liberdade", conta a sua mãe, Maria Teresa.
  Aos 9 anos entrou como Gen (geração nova) no Movimento dos Focolares. Viveu a sua espiritualidade e pouco a pouco envolveu os pais. Desde então a sua vida foi uma subida, tentando "colocar a Deus em primeiro lugar". Prosseguiu os estudos até o Liceu clássico, e ofereceu a Jesus as suas dificuldades e sofrimentos.
  Aos 13 anos, começou a fazer parte das Gen 3 da Ligúria, e pela sua coerência de vida era por vezes foi muito criticada pelas amigas e até mesmo por sacerdotes. Foi ridicularizada, porque era uma Gen, e ia à Missa também durante a semana, participava com atenção da aula de religião, procurava amar a todos os professores, mesmo os mais difíceis, era muito disponível para ajudar a todos. Por isso as as crianças, por vezes sabem ser malvadas, a chamavam de "freira". Isso a fez sofrer muito, mas na Mariápolis encontrou a resposta Nele, em Jesus Abandonado.
  Aos 17 anos, de repente uma dor aguda no ombro esquerdo revelou nos exames e nas inúteis operações um osteossarcoma, que deu início a um calvário de dois anos aproximadamente. Depois que ouviu diagnóstico, Chiara não chorou nem se revoltou: ficou imóvel em silêncio e depois de 25 minutos saiu dos seus lábios o sim à vontade de Deus. Repetirá muitas vezes: «Se é o que você quer, Jesus, é o que eu quero também".
  Assim, aos 19 anos, no dia 7 de outubro de 1990, faleceu de câncer, após uma noite muito dolorosa.

Uma História do Câncer

  A mãe da jovem beata conta essa história, que aconteceu logo depois da primeira sessão de quimioterapia a que Luce que se submeteu: "Naquele dia, eu não podia acompanhá-la, porque estava com flebite e o médico tinha me proibido qualquer movimento. Depois de duas horas intermináveis, Ruggero e Chiara voltaram. Ela vinha na frente, caminhando lentamente, vestida com a sua jaqueta verde. Tinha o rosto sombrio e olhava para o chão. Perguntei como tinha sido e ela, sem me olhar, respondeu: 'Não diga nada agora', e se jogou na cama com os olhos fechados. Aquele silêncio era terrível, mas eu tinha que respeitá-lo. Eu olhava para ela e pela expressão de seu rosto via toda a luta que estava travando interiormente para dizer o seu ‘sim’ a Jesus. Passaram 25 minutos. De repente ela se girou na minha direção, com o sorriso de sempre, dizendo: 'Agora você pode falar'. Naquele momento eu me perguntei quantas vezes ela iria ter que repetir o seu sim, no sofrimento. Mas Chiara precisou, como eu já disse, de 25 minutos, e desde então nunca mais voltou atrás".

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Rio Quer Paz !


  O Rio de Janeiro, Estado do nosso Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Corcovado, Campo de Santana e Baía de Guanabara, está sofrendo com a violência causado pela revolução dos traficantes. Veículos estão sendo queimados, pessoas estão sendo assassinadas, comércios, escolas, e hospitais estão sendo fechados.
  É muito triste ver uma terra tão amada viver em um estado de guerra. O Rio não é só uma terra amada, mas tambem santa, pois aqui pisaram homens e mulheres de almas santas. O Saudoso papa João Paulo II disse em uma das visitas ao Rio de Janeiro: "- Se Deus é brasileiro,eu sou carioca."
  Peço a Deus muita paz para o nosso Rio de Janeiro, Rio, terra de Tom Jobim, Vinícius de Morais, Roberto Carlos, João Hélio e muito mais.
  "O Rio quer paz, mesmo que seja tarde demais, vamos dar as mãos pra ser um Rio bem melhor!"
(Diário de Leo Pacheco,24 de novembro de 2010)

sábado, 4 de dezembro de 2010

domingo, 21 de novembro de 2010

O Leão Ariel

  Hoje,vendo o programa da Eliana no Sbt, fiquei muito triste com o q'eu vi,o trágico acidente de um leão.
  O Leão é conhecido como o "rei dos animais". Vive em savanas, bosques ou beiras de deserto. Sempre evita lutar com animais de grande porte ou muito perigosos como o elefante, rinoceronte e o crocodilo. Um felino que tem em seu cardápio na maioria das vezes os herbívoros,como as zebras, gazelas,veados,etc. Vive em um habitat selvagem, e é muito perigoso a qualquer pessoa ter algum tipo de contato com a fera.
Um casal, Ary Marcos Borges e Raquel Borges, criaram desde filhote o Ariel,como se fosse o próprio filho. Tem como padrinho a apresentadora Eliana e o bioólogo Sérgio Rangel. Com muita alegria conheci a história de Ariel,e com muita dor no peito assisti o sofrimento desse pobre leão. Brincando com alguns balões,ele pulava pra pegá-los e nesses saltos ele sentiu uma dor,mas continuou brincando. Mais tarde apareceu as consequências,surgiu uma paralisia em suas patas traseiras,mas o que será que ele tem?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Caso João Hélio

 O Caso João Hélio foi o crime ocorrido na noite de 7 de fevereiro de 2007, quando João Hélio Fernandes Vieites (Rio de Janeiro, 18 de março de 2000Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2007) foi assassinado após um assalto. João Hélio tinha seis anos de idade quando foi vítima da violência na cidade do Rio de Janeiro.
João Hélio era estudante da pré-escola particular Crianças & Cia, onde cursava o primeiro ano do Ensino Fundamental. Eram os pais: Rosa Cristina Fernandes Vieites e Elson Lopes Vieites. O garoto ficou conhecido em todo o Brasil no dia 8 de fevereiro, após sua morte traumática na noite do dia anterior, quando o carro em que ele estava com a mãe foi assaltado. Os assaltantes arrastaram o menino preso ao cinto de segurança pelo lado de fora do veículo.

O crime

 O que seria mais um assalto a carro no subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, transformou-se em uma tragédia que abalou o país. Naquela noite do dia 7 de fevereiro, por volta das 21h30min de uma quarta-feira, Rosa Cristina Fernandes voltava para casa com os filhos Aline Fernandes (de 13 anos) e João Hélio (de 6 anos). Eventualmente ela parou no semáforo, quando três homens armados, fazendo uso de duas armas, a abordaram dando ordem para que eles saíssem do veículo.
 O assalto ocorreu na rua João Vicente, próximo à Praça do Patriarca, em Oswaldo Cruz, Zona Norte. A mãe do menino, Rosa Fernandes, foi rendida ao volante do Corsa Sedan, placa KUN 6481. No interior do veículo estavam uma amiga da família e o filho João Hélio no banco traseiro e a filha adolescente viajava ao lado da mãe no banco dianteiro direito, que no momento do assalto conseguiram abandonar o carro, porém, Rosa havia avisado aos assaltantes que João Hélio não havia conseguido se soltar do cinto de segurança. Presa ao cinto de segurança, a criança não conseguiu sair. Um dos assaltantes bateu a porta e os bandidos arrancaram com o veículo em alta velocidade. Com o menino preso pelo lado de fora do veículo, os assaltantes o arrastaram por sete quilômetros, passando pelos bairros de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura.
 Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ironizaram dizendo que "o que estava sendo arrastado não era uma criança, mas um mero boneco de Judas", e continuaram a fuga arrastando o corpo do menino pelo asfalto.
 Segundo testemunhas, moradores gritavam desesperados ao ver a criança sendo arrastada pelas ruas. Os criminosos abandonaram o carro com o corpo do menino pendurado do lado de fora, com o crânio esfacelado, na rua Caiari, uma via sem saída, no bairro de Cascadura, Zona Norte, e fugiram. O corpo do garoto ficou totalmente irreconhecível. Durante o trajeto, ele perdeu vários dedos e as pontas dos mesmos, além da cabeça, que não foi totalmente localizada.
 A falta de policiais do 9º BPM (Rocha Miranda) nas ruas facilitou a fuga. Nesse percurso, os bandidos trafegaram pelas ruas João Vicente, Agostinho Barbalho, Dona Klara, Domingos Lopes, avenida Ernani Cardoso, Cerqueira Daltro, Florentina, entre outras. No trajeto, passaram em frente ao Quartel de Bombeiros de Campinho, por um quartel do Exército e pelo Fórum de Cascadura, mas não cruzaram com nenhuma viatura da polícia. Os criminosos passaram também, diante a dois bares, um na esquina das ruas Cândido Bastos com a Silva Gomes e outro na rua Barbosa com a Florentina. As  pessoas que ali estavam apavoraram-se com a cena e começaram a gritar.
 Um bacharel em Direito, Diógenes Alexandre, 24 anos, morador das proximidades, estava no bar da esquina das ruas Cândido Bastos com a Silva Gomes, e viu quando os bandidos passaram arrastando o corpo do menino. Segundo ele, os bandidos chegaram a parar o carro. Neste momento, a princípio, algumas pessoas pensaram que eles arrastavam um boneco. Mas ele e o dono do bar, viram que era uma criança, pois perceberam o sangue na lataria do carro. "Eram três homens que estavam no carro, tinha um sentado no banco traseiro, que ainda olhou para trás quando nós gritamos, mas eles aceleraram e passaram por um quebra-mola em alta velocidade e o corpo foi batendo no asfalto", contou.
Demonstrando serem conhecedores da área, os assaltantes abandonaram o carro ao final da rua Caiari, próximo à escadaria que dá acesso à Praça Três Lagoas. Certos de que não seriam presos, estacionaram e fecharam o carro antes da fuga. Segundo testemunhas, os bandidos desceram as escadas calmamente. O bacharel em Direito disse que, ao se aproximar do carro, teve certeza de que era o corpo de uma criança. Ele e dois amigos seguiram o carro. "O barulho parecia ser de um papelão sendo arrastado", afirmou. Após assistir a cena, Diógenes ficou 10 minutos em estado de choque. "Não tive nenhuma ação, só depois é que lembrei de ligar para a polícia e já era 21h40. Aí ouvi as pessoas falando que havia partes do crânio do menino na rua Cerqueira Daltro e que eles pararam em um sinal, pouco antes do viaduto de Cascadura, onde várias pessoas correram para avisar, chegaram a bater no carro, mas eles continuaram o trajeto, piscando os faróis", disse. Pelo celular avisou à polícia. Pouco depois, a rua foi tomada por policiais.
 Durante parte do trajeto, os bandidos foram seguidos por um motociclista que presenciou o momento do roubo. Ele levou os policiais até a rua Cerqueira Daltro, próximo a um supermercado. Ali estavam parte da cabeça da vítima e massa encefálica, que foram recolhidas e colocadas em um saco plástico.[1]
 O crime mobilizou policiais de três delegacias e do 9º Batalhão da PM (Rocha Miranda, no subúrbio). O delegado do 30º DP (Marechal Hermes) Hércules Pires do Nascimento pediu ajuda à população para localizar os bandidos. O Disque-Denúncia começou a receber telefonemas e ofereceu, de início, uma recompensa de 2 mil reais, que posteriormente subiu para 4 mil reais, por informações que identificassem os envolvidos.
 Dezoito horas após o assalto, e diante da forte repercussão nos noticiários que o caso teve na opinião pública, a Polícia Militar começou as prisões dos envolvidos, prendendo o primeiro: Diego. Este reconhecido pelo pai, o porteiro Kuelginaldo, que foi localizado por meio de denúncia anônima e se comprometeu a colaborar indo à delegacia e um menor com a idade de 16 anos. Eles confessaram o crime, segundo a polícia. De acordo com as investigações, Diego Nascimento da Silva, de 18 anos, ocupou o banco do carona na fuga; Carlos Eduardo Toledo Lima, de 23 anos, foi o condutor do automóvel; e o menor de 16 anos, que foi o responsável por render a mãe de João Hélio e ocupar o banco de trás do veículo Corsa prata roubado de Rosa Cristina Fernandes. Um outro homem, Tiago, chegou a ser preso, mas foi liberado em seguida por não ter sido comprovada a sua ligação com o caso.
 No dia seguinte, a polícia pediu a prisão de mais dois suspeitos da morte do menino arrastado. Um dos suspeitos, o condutor do veículo, Carlos Eduardo, é irmão do menor de idade, já detido. À noite, a polícia prendeu novamente Tiago de Abreu Mattos, de 19 anos, o quarto suspeito de ter participado da tentativa de assalto. Segundo a polícia, ele juntamente com mais um quinto elemento, Carlos Roberto da Silva, de 21 anos, levaram os bandidos até o local do assalto, ambos estariam no táxi, que pertencia ao pai de Tiago, utilizado para levar a quadrilha até o local e dar cobertura à fuga.
 Carlos Eduardo Toledo Lima ainda estava foragido, mas foi preso horas depois. Os cinco acusados tiveram a prisão temporária decretada até 10 de março de 2007.
 Testemunhas afirmaram que o carro trafegava em ziguezague e passava perto dos postes na tentativa de se livrar do corpo do menino, informou o delegado. O menor envolvido, confessou ter utilizado revólver de plástico (falso) para realizar o assalto, versão esta, discordada por Rosa Fernandes ao relatar que os bandidos, ao baterem no vidro do automóvel com as armas, produziu um ruído característico de metal em vidro.
  Diego Nascimento da Silva, Carlos Eduardo Toledo Lima, Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos foram ouvidos na 1ª Vara Criminal de Madureira, no subúrbio do Rio.
  O comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Ângelo, confirmou, em entrevista à Rádio CBN, que não havia policiais no local do assalto. Ele reconheceu a necessidade de reforço do policiamento. Ubiratan classificou o crime Toledo Lima ainda estava foragido, mas foi preso horas depois. Os cinco acusados tiveram a prisão temporária decretada até 10 de março de 2007.
  Testemunhas afirmaram que o carro trafegava em ziguezague e passava perto dos postes na tentativa de se livrar do corpo do menino, informou o delegado. O menor envolvido, confessou ter utilizado revólver de plástico (falso) para realizar o assalto, versão esta, discordada por Rosa Fernandes ao relatar que os bandidos, ao baterem no vidro do automóvel com as armas, produziu um ruído característico de metal em vidro.
  Diego Nascimento da Silva, Carlos Eduardo Toledo Lima, Carlos Roberto da Silva e Tiago de Abreu Mattos foram ouvidos na 1ª Vara Criminal de Madureira, no subúrbio do Rio.
O comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Ângelo, confirmou, em entrevista à Rádio CBN, que não havia policiais no local do assalto. Ele reconheceu a necessidade de reforço do policiamento. Ubiratan classificou o crime como trágico e contou que o agente que foi ao local começou a chorar e não conseguiu passar a ocorrência.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Um Novo Chamado

  Dia 27 de maio, quinta feira.eu e meu grupo de trabalho escolar trouxemos uma psicóloga para dar uma palestra sobre a sua profissão. Fui tocado por essa linda profissão, uma área onde você escuta,orienta e ajuda a entender os transtornos das pessoas.
  O Ser mais complicado que Deus já criou foi o homem. O homem acerta e erra; o homem as vezes é perfeito e as vezes imperfeito; o homem guarda no peito o amor e tambem o rancor; o homem nunca está satisfeito com nada; o ser humano é limitado, cheio de limites,de erros, de falhas. Mesmo assim Deus ama a humanidade; Deus me ama e ama todos. (Diário de Leonardo de S.Pacheco, de junho de 2010)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Pe.Leo

  Especial Padre Léo - A saudade eterniza a presença de quem amamos

  Tarcísio Gonçalves Pereira, nasceu a 09 de outubro de 1961, no bairro de Biguá, município de Delfim Moreira (MG). Em janeiro de 1982, ingressou no Seminário do Sagrado Coração de Jesus, em Lavras (MG). Ordenou-se sacerdote em dezembro de 1990, na Paróquia Nossa Senhora da Soledade, em Itajubá (MG).


  Desde jovem ele se destacou na liderança na Igreja. Antes de entrar no Seminário, foi animador na Pastoral da Juventude, depois, já religioso, assessor diocesano da Renovação Carismática Católica (RCC), em Pindamonhangaba (SP). Como sacerdote, assessorou a juventude da RCC na região Sul do Brasil e foi orientador espiritual da RCC na Arquidiocese de Florianópolis.

   Padre Léo foi pregador de retiros, encontros e concentrações em todo o Brasil. Autor de vários livros, entre os quais estão “Tocar o Senhor” (1990), “Servir no Espírito” (1993), “Cura Interior” (1994), “Seja Feliz Todos os Dias” (1998), “Rezando a Vida” (2001) e “Viver com HIV” (2001).

  Em 2006, foram lançadas duas novas obras “Gotas de cura interior” e “Buscai as coisas do alto”. Nessa última, o autor mostra a importância de encontrar o sentido para a nossa existência e de prosseguir no caminho, mesmo em meio à dor. “É no alto que está a nossa meta e é por ela que devemos lutar”, destaca em seu livro.

Trabalho evangelizador

  Dando prosseguimento ao seu trabalho evangelizador, fundou em 1995 a Comunidade Bethânia, em São João Batista (SC), da qual era presidente. A comunidade católica tem como objetivo acolher e oferecer tratamento a dependentes químicos, alcoólatras e portadores do vírus HIV, além de menores abandonados, e marginalizados em geral.


  Através de acompanhamento espiritual e evangelização, com o auxílio de profissionais das áreas da medicina e psicologia, a Bethânia tem ajudado a recuperar dezenas de jovens e a reintroduzí-los na sociedade. Hoje, além de São João Batista, a comunidade tem casas em Curitiba, Foz do Iguaçú e Guarapuava.

  Em Curitiba, mais de 400 pessoas já passaram pela comunidade, com um alto índice de recuperação. O período mínimo de permanência na casa é de cinco meses. Muitas, após a recuperação, se “consagram” na comunidade, ou seja, se tornam membros permanentes da Bethânia, trabalhando na recuperação de outros pacientes. Devido a sua atividade na cidade, em 2001 recebeu o Título de Cidadão Honorário de Curitiba.

Renovação Carismática

  Padre Léo entrou na Renovação Carismática em 1973 e na Comunidade Canção Nova participou de momentos importantes. Apresentou diversos programas na TV Canção Nova, como “Tenda do Senhor” e “Feliz a Cada dia”, bem como foi locutor na Rádio, no programa “Cantando a Vida”. Além disso, reuniu no Rincão do Meu Senhor e no Centro de Evangelização Dom João Hipólito de Moraes em Cachoeira Paulista milhares de pessoas que participaram de suas palestras.

Última pregação do padre Léo na Canção Nova

  A última pregação do padre Léo na Canção Nova foi no ‘Hosana Brasil 2006’: “Buscai as coisas do alto”. Confira trechos da pregação:


  "Quer ser feliz? Busque as coisas do Alto. Esta é a grande palavra que Deus trouxe ao meu coração neste tempo. A doença me tirou tudo: não consigo mais andar sozinho, não enxergo direito. Estou cego do olho direito e vejo apenas cerca de 40% com o olho esquerdo.

  Mas veio ao meu coração: "Ai de mim se eu não evangelizar" (1 Coríntios 9,16b). Se dependesse da minha vontade, eu estaria em todos os eventos que estavam previstos na minha agenda para este ano. Mas não depende de mim. Apesar disso, há coisas que eu posso fazer.
Depoimentos

Marcas da passagem do padre Léo na vida das pessoas:


Padre Joãozinho "O papel de Padre Léo na minha vida"

* “Para nós, que cremos, a vida não nos é tirada, mas transformada. Pe. Léo dizia que quando ressuscitarmos, vamos ressuscitar bonitos, formosos... Ele chamava a morte de ‘irmã’.” (Padre Renato Palotino)

* “O cristão pode chorar no momento da dor? Nós temos um amigo no céu, e ele se chama Pe. Léo.”
(Padre Delton Filho da Comunidade Coração Fiel, de Goiás)


* “Padre Léo sempre nos ensinou que ser cristão é ser feliz. Ele falava da morte como amiga, pois precisamos acreditar na ressurreição. Com ele, foi um pedacinho de nós para o céu e ficou muito dele conosco.” (Paula Guimarães)

* “Esse tempo todo que tivemos durante o período da doença do Pe. Léo foi de grande crescimento interior para mim. Muitas coisas que eu lia sobre como encarar um sofrimento, pude presenciá-las de perto na vida deste sacerdote. Descobri com ele que a vida não vale nada mais do que aquilo de bom que fazemos e temos conosco. Quando formos ao encontro de Deus só levaremos isso.” O médico testemunha o momento em que deu o diagnóstico do câncer ao Pe Léo." (Dr. Roque Savioli )

* “Uma das últimas palavras que o Léo me disse foi: ‘Depois do Calvário sempre vem a Ressurreição’. Ele não foi só um guerreiro, ele foi um mártir no sentido pleno da palavra. O mártir é este guerreiro que testemunha as coisas do Alto com a própria vida.” (Padre Vicente)

* "Estou aqui pela primeira vez com uma cruz bizantina, pois sou católico apostólico romano, mas nosso rito é bizantino. No aniversário do padre Jonas (21/12/2006), o Pe. Léo estava aqui, e hoje eu é que vim para lhe dizer: “Vai em paz, padre Léo! Vai em paz para o melhor lugar que Deus preparou para todos nós, onde não há dor, tristeza nem gemido, mas uma vida eterna, cheia de felicidade e santidade. Com nossa Mãe querida, a Santíssima Trindade e todos os Anjos, fique em paz, porque você passou nesta vida à maneia de um anjo, de um santo e acabou como um mártir, à imagem de Cristo.” (Dom Fares)

(Site: http://wiki.cancaonova.com/index.php/Padre_Léo)

Em busca da vitória!

  Cada dia é uma luta, cada dia é uma busca para a vitória. O pecado está ao nosso lado diariamente, e só com Jesus conseguimos vence-lo.
  O mundo nos oferece todos os prazeres, cabe a nós sermos fortes, para não aceita-los, mas como somos capazes de nega-los? criando um elo de amor com o próximo e aceitando em nossa vida a presença do Senhor, é o melhor jeito de negar o mundo de pecados.
   Confesso que tenho muitos pecados e alguns chega até me assustar. Não sou santo e nem sei se um dia serei, mas venho buscando todos os dias a santidade, não é nada fácil e nunca será.
   Admiro muito a vida de Santa Teresa D'Ávila,mulher temente a Deus,que pertencia a Cristo de corpo e alma, não tinha medo de falar o que sentia na alma e o que via em visões; ela sentia a mesma dor que sinto,dor que machuca, fere e não sangra. (Diário de Leonardo de S.Pacheco,28 de agosto de 2010)